Read Όλες Οι Φωτιές Η Φωτιά by Julio Cortázar Γ.Δ. Χουρμουζιάδης Online

Όλες Οι Φωτιές Η Φωτιά

Ο Κορτάσαρ, μαθητής του Μπόρχες, ξεπερνά το μεγάλο του δάσκαλο σε αφηγηματικό ταλέντο, θεωρείται ιδρυτής της σχολής του "μαγικού ρεαλισμού". Στα οκτώ διηγήματα της συλλογής αυτής μας δίνει δείγματα της ικανότητας του να περνά από τον ένα χώρο στον άλλο ("Ο άλλος ουρανός"), από τη μιαν εποχή στην άλλη ("Όλες οι φωτιές η φωτιά"), να περιγράφει την ανθρώπινη αλληλεγγύη ("Η υγΟ Κορτάσαρ, μαθητής του Μπόρχες, ξεπερνά το μεγάλο του δάσκαλο σε αφηγηματικό ταλέντο, θεωρείται ιδρυτής της σχολής του "μαγικού ρεαλισμού". Στα οκτώ διηγήματα της συλλογής αυτής μας δίνει δείγματα της ικανότητας του να περνά από τον ένα χώρο στον άλλο ("Ο άλλος ουρανός"), από τη μιαν εποχή στην άλλη ("Όλες οι φωτιές η φωτιά"), να περιγράφει την ανθρώπινη αλληλεγγύη ("Η υγεία των αρρώστων"), τον ηρωισμό μιας αποβίβασης ("Η σύναξη"), τις αισθηματικές και ψυχολογικές περιπέτειες μιας "πολιορκίας" σύγχρονου τύπου ("Ο αυτοκινητόδρομος"), τα πιο τρυφερά αισθήματα ανθρωπισμού και αγάπης ("Η δεσποινίς Κόρα"), τη σύντηξη φαντασίας και πραγματικότητας ("Οδηγίες στον Τζων Χάγουελ"). Αρκούν οκτώ διηγήματα για να μας πείσουν πόσο δίκαια κέρδισε ο Κορτάσαρ τη φήμη ενός από τους μεγαλύτερους πεζογράφους της λατινικής Αμερικής....

Title : Όλες Οι Φωτιές Η Φωτιά
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ISBN : 9789601701899
Format Type : Other Book
Number of Pages : 153 Pages
Status : Available For Download
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Όλες Οι Φωτιές Η Φωτιά Reviews

  • Jim Fonseca
    2018-12-07 20:29

    Eight stories with a touch of magical realism, like his countryman Borges. Cortazar was born in Argentina, but like so many other Latin American authors, left for Paris in his late thirties and died there in 1984.In the title story, two stories are juxtaposed: scenes of a Roman gladiator fighting for his life in an arena with modern scenes from a man on the phone with his wife, girlfriend at his side. Both stories end in conflagrations. Another story starts with a week-long traffic jam in Paris. As food runs short and some older folks die without medical help, people start to re-create society. They organize themselves into local tribes; some help others and share their food; others steal and sell for profit. A family conspires to keep the news of the death of a brother from their elderly, critically ill mother. They think they succeed so well that they end up fooling themselves more than the mother. A band of brothers fight in the Spanish Civil War; their comradery and feeling for each other offers some solace from what will be futility as the enemy closes in around them.A young married nurse falls in love with a much younger, awkward boy who is terminally ill.An airline steward flies over the Mediterranean each day and becomes obsessed with a certain island he repeatedly sees from the air. He quits his job, moves to the island and experiences tragedy. A man continues to seek the company of a prostitute even after he has become engaged. He offers her protection from a serial killer preying on the night women. When the killer is caught and he is ready to marry and be faithful, he sees a life of emptiness ahead of him. A man in a theater is pulled out of the audience and forced to play a part in a stage drama. He goes along with the expected role for the first act but he ad-libs in later acts with dire consequences. Pretty good stories but not up to those of the master.

  • Luís C.
    2018-12-01 00:43

    In the Pantheon of my favorite writers, Julio Cortázar. The surrealists had invented the wonderful daily phrase, Cortázar experienced it. Everything is always subtle in time and space, not to be completely foreign to us, but not totally familiar either, so as to give rise to a slight anguish. Like this bottleneck that lasts long enough for relations of power, sex, love or hatred to arise, and which disintegrates as incomprehensibly as it had formed.. Nothing is more worrying than the fabric of everyday life if it is brought to disintegrate, Cortázar knows how to read it more than any other. All the work is to be read!

  • Teresa Proença
    2018-12-07 23:37

    Alguns destes contos são do melhor que já li de Julio Cortázar (e não só...).Não são fáceis de ler; exigiram-me muita concentração e, alguns (quase todos), releitura. Os oitos contos, ordenados pela minha preferência (com a "bonecada" da praxe):A Ilha ao Meio-Dia(5*)Um comissário de bordo um dia, durante um voo, descobre uma ilha grega pela qual se apaixona. Em todos os voos Roma-Teerão, ao sobrevoá-la ao meio-dia, vai para a janela até a perder de vista. E começa a sonhar ir para lá; primeiro numas férias; depois para sempre. (Mas, Marini, o Paraíso não existe...)(Hiro Yamagata)(Zdzislaw Beksinski)A Auto-Estrada do Sul (5*)Num domingo à tarde, de regresso a Paris o trânsito pára. Seis filas, de cada lado, de carros colados uns aos outros, em espera. Chega a noite, o dia seguinte, o seguinte, o seguinte,...A rapariga do Dauphine, o engenheiro do Peugeot, as freiras do Dois Cavalos, os rapazes do Simca, os velhos do Citroen, os camponeses do Ariane, os noivos do Volkswagen, e muitos outros...Não se conhecem mas, durante o tempo que dura o engarrafamento, são uma única família, que se une para lutar contra o frio, a fome, o medo,...para sobreviver...(Que tolo és, engenheiro do Peugeot. Não sabes que o que faz mover o ser humano é a casa, a família, o trabalho,...um banho quente, comida, agasalho,...)(Jamie Wyeth)A Saúde dos Doentes (5*)A mamã é doente. E toda a família se une para a proteger de desgostos. Se alguém morre, ou fica doente, vão-se inventado mentiras para que ela não saiba.(Pobres Rosa, Roque, Carlos, que acreditam mais facilmente nas próprias mentiras do que aquela a quem mentem...)(George Saru)Todos os Fogos o Fogo(5*)Duas histórias narradas em simultâneo. O mesmo tema. Os mesmos sentimentos. O mesmo fim. Apenas diferentes os tempos: a Roma Antiga e o presente. O amor. O ciúme. A infidelidade. A morte.A mulher, o amante, o marido.O marido, a amante, a mulher.(Kazuo Shiraga)A Menina Cora (5*)Cora tem 19 anos e é enfermeira no hospital onde Pablo foi internado com apendicite. Ele tem 15 anos, é muito bonito, tímido e lê fotonovelas às escondidas. (Edvard Munch)O Outro Céu (4*)"Irma é a mulher mais terna e generosa que pode haver; jamais me passaria pela cabeça falar-lhe daquilo que é realmente importante para mim, e dessa forma chegarei um dia a ser um bom marido e um pai cujos filhos serão simultaneamente os tão ansiados netos da minha mãe."O narrador vive em Buenos Aires, é corretor de bolsa e tem uma vida rotineira. Antes de casar e assentar, deambula pela noite de Paris, à procura de "outro céu", onde conhece a prostituta Josiane.(Arturo Souto)Instruções para John Howell(3*)Um homem assiste a uma peça de teatro. No intervalo do primeiro acto é-lhe proposto representar o papel da personagem principal. (Felix Vallotton)Reunião (2*)Um grupo de guerrilheiros desembarca, numa lancha, em Cuba. São atacados por aviões, enquanto caminham por pântanos ao encontro de Luis, o chefe, que receiam esteja morto. (Otto Dix)(Nota às estrelas: aparentemente a média não dá cinco, mas a Ilha, a Auto-Estrada, a Doente, a Cora e os Fogos são um forte suporte para as cinco estrelas finais.)

  • Israel Calzadilla
    2018-12-11 17:47

    Ocho cuentos conforman esta compilación de genialidad. Cada uno de estos hijos de Cortázar cuenta una historia distintiva a pesar de estar hechos con la misma pluma y letra."Autopista al sur", el primer cuento, es una larga analogía a la soledad, 5/5"La salud de los enfermos" un surrealismo en silencio, el amor y la salud que se convierten en la verdadera enfermedad. 5/5"Reunión" un relato de guerra, una de aquellas que condenan al cuerpo y la mente, la reunión entre esperanza y vida. 3/5"La señorita Cora" un excelente manejo de la narración, probablemente el mejor relato de este libro. 5/5"La isla a mediodía" un relato chusco pero fuerte, un doble sentido entre dos jaulas, el trabajo y la libertad, la muerte y la vida. 4/5"Instrucciones para John Howell" lo extraordinario, un cuento de terror mental, un miedo desconocido que sólo se puede encontrar en lo más profundo de las personas, un retrato del pánico. 4/5"Todos los fuegos el fuego" En las yuxtaposiciones que se presentan entre las dos historias se presentan dos triángulos amorosos. A partir de ellos Cortázar pretende pintar el fracaso amoroso en la sociedad causado por la incomunicación. Que los personajes no sepan y no puedan amar; condena a las dos historias a terminar con destrucción y purificación, con el fuego. 5/5"El otro cielo" la búsqueda del paraíso en un mundo sucio y ordinario. 4/5No hay más que decir, es Cortazar.

  • Fernando
    2018-11-12 16:41

    Otro de mis libros preferidos de cuentos de Don Julio. Mi favorito es "La señorita Cora", por la forma en que va cambiando el narrador de primera a tercera persona (¡a veces en la mísma línea!). También me gusta "La Autopista al Sur" porque demuestra cómo un hecho que no tiene resolución puede repercutir en forma tan disímil en las personas. Otro cuento genial es "La salud de los enfermos", por la trama de mentiras que crean lo comensales para prevenir a su madre de un disgusto.

  • Antonis
    2018-11-30 16:45

    Όλα τα διηγήματα της συλλογής είναι αριστουργηματικά τόσο από άποψη τεχνικής, όσο και από την άποψη του περιεχομένου. Γιατί δεν μου είχατε πει πόσο καλός είναι ο Κορτάσαρ νωρίτερα;;;

  • Ricardo Carrión Pavez
    2018-11-27 18:35

    Cuando me he puesto a leer este libro de cuentos de Cortázar, me fue imposible no tender a compararlo con los otros libros que hace poco he leído de él, cuyas historias aún dan vueltas en mi mente. Parece que el autor jugara con nosotros a lo largo de sus publicaciones. En "Final del juego (1956) e "Historias de Cronopios y de famas" (1962), nos encontramos con prosas más breves e ingeniosas, en donde el lector es sorprendido constantemente por las "bruscas" rupturas de la realidad. En ellos, el número de cuentos por publicación es alto, en contraposición con "Todos los fuego el fuego" (1966), cuyo número de relatos, es apenas ocho, pero con una prosa mucho más extensa y trabajada, donde lo fantástico se mezcla con la realidad de una forma pausada, como un arrollo que fluye. Aquí el lector no debe esperar la sorpresa. El deleite está en disfrutar la narrativa fantástica, letra a letra, que se va entretejiendo como una guirnalda alrededor de la realidad. Iniciando en "La autopista del sur" para cerrar el decorado en "El otro cielo"."... y curiosamente pensé que también eso entraba de alguna manera en la guirnalda y que era un poco como si una mano acabara de trenzar en ella la flor que la cerraría antes del amanecer". Pág. 152.Hay muchas formas de romper la realidad, sí, eso que Cortázar llamaba falso realismo, todo ese mundo regido por un sistema de leyes científicas o morales; el mundo del sentido común. Vivimos tan encasillados y normados entre esas leyes, que no nos detenemos a pensar en sus excepciones, es en esos casos, donde Cortázar vislumbra una realidad diferente, es ahí donde indaga y nos sorprende de manera sutil, porque es tan simple el cambio, una leve desviación y el cuento abandona lo mundano para volverse una obra de arte.Un grupo de personas va entrando a Paris en sus autos por la carretera, y de pronto, se encuentran con un embotellamiento, hasta el momento nada es anormal, salvo que el tiempo de duración del embotellamiento, comienza a extenderse demasiado. Y, además, las personas no abandonan sus autos y se quedan a esperar y a vivir allí, llegando a formar una comunidad en medio de la carretera. Dos simples sucesos fuera de las reglas, y un simple viaje en auto, se convierte en "La autopista del sur", el primer cuento fantástico del libro. Puede ser más sutil aún, una familia por ejemplo, por temor a causarle una impresión a una madre enferma, decide ocultarle algunos sucesos que la podrían afectar, pero una mentira lleva a la otra, y se produce una cadena de acontecimientos que se salen de la norma, pero que la familia se lo toma con naturalidad. Y así nace el segundo cuento: "La salud de los enfermos", uno de los más emotivos del libro."..., pero a mamá no se le podían dar noticias inquietantes con su presión y su azúcar, de sobra sabían todos que el doctor Bonifaz había sido el primero en comprender y aprobar que le ocultarán a mamá lo de Alejandro". Pág. 39.Para Cortázar, el cuento es incasillable, es el resultado de la vida y la expresión escrita de esa vida. Y las imágenes, son las únicas capaces de expresar dicha reverberación. En el cuento "Reunión", es donde mejor hace uso de ellas. A través de su admiración por el Che Guevara, se inspira en los "Pasajes de la guerra revolucionaria" para transportarnos al desembarco en la playa "Las coloradas" de Cuba. Y es la imagen del hombre apoyado en el tronco de un árbol, que el mismo Che Guevara recuerda de un cuento de Jack London, la base en la que se sustenta el relato."... siento al mismo tiempo cómo la melodía y el dibujo de la copa del árbol contra el cielo se van acercando, traban amistad, se tantean una y otra vez hasta que el dibujo se ordena de pronto en la presencia visible de la melodía, un ritmo que sale de una rama baja, casi a la altura de mi cabeza, remonta hasta cierta altura y se abre como un abanico de tallos, mientras el segundo violín es esa rama más delgada que se yuxtapone para confundir sus hojas en un punto situado a la derecha, hacia el final de la frase, y dejarla terminar para que el ojo descienda por el tronco y pueda, si quiere, repetir la melodía." Págs. 62-63.El cuento requiere de una tensión constante, no hay tiempo para incluir elementos decorativos. Es la tensión la que hace que un cuento sea bueno, no el tema. En "La señorita Cora", Cortázar nos presenta una situación rutinaria, una simple operación de apéndice de un adolescente, nada podría ser menos interesante, pero al adolescente le toca una enfermera muy joven, y se genera un inocente amor platónico. Así, con algo tan simple, Cortázar comienza a crear tensión, logrando el máximo cuando juega con la narración, ya que son distintas voces las que componen la misma realidad. Los distintos personajes que aparecen, nos dan a conocer la historia por medio de sus pensamientos, y en medio de una frase, aparecen los pensamientos del otro, como si se tratara de un rompecabezas que se va armando con los puntos de vista de cada uno de ellos.En "Todos los fuegos el fuego", cuento que le da el título a este libro, el autor utiliza una técnica similar para unificar realidades distintas. En este caso, dos tiempos cronológicos diferentes: Un circo romano y un Paris moderno. Las escenas en las que un gladiador romano, es puesto en una situación desventajosa en el circo, por un procónsul, se interrumpen constantemente por las de una llamada telefónica en Paris. Las interrupciones surgen en mitad de un párrafo, como si no se tratara de periodos de tiempos distintos, y las situaciones similares que se viven en uno y en otro, no son más que una misma; un mismo universo, unido narrativamente."Roland bebe un trago de coñac. Siempre le ha gustado escoger sus palabras, evitar los diálogos superfluos. Jeanne repetirá dos, tres veces cada frase, acentuándolas de una manera diferente; que hable, que repita mientras él prepara el mínimo de respuestas sensatas que pongan orden en ese arrebato lamentable. Respirando con fuerza se endereza después de una finta y un avance lateral; algo le dice que esta vez el nubio va a cambiar el orden de ataque, que el tridente se adelantará al tiro de la red". Pág. 128. El frágil y menudo espacio que divide la realidad y la irrealidad, también se hace presente en el libro. En el cuento "La isla a mediodía" el joven asistente de vuelo Marini, se obsesiona con una isla que puede apreciar desde la ventanilla del avión, justo a mediodía. Es una obsesión visual, donde hay una progresiva introducción en aquel espacio entre realidades, es un progreso muy parecido al del cuento "Axolotl" del libro "Final del juego".Lo visual también se usa como punto de partida en "Instrucciones para John Howell", donde todo inicia con el protagonista observando la escena de un drama en un teatro londinense. Pero de pronto se encuentra actuando en el escenario, entrando en el terreno de lo absurdo, lo que termina provocando una fusión entre realidad y ficción, por medio del abandono de la razón."... todo eso hubiera parecido absurdo, pero un teatro no es más que un pacto con el absurdo". Pág. 105.Finalmente, para cerrar esta maravillosa colección de relatos, el autor no regala el formidable cuento "El otro cielo", donde aborda el concepto de "la forma doble", y lo utiliza de una manera brillante, debido a la simpleza del acto, que a la vez, causa un gran impacto en el lector. Ya que al entrar en una simple galería, el protagonista atraviesa el tiempo y el espacio, para pasar de su aburrida vida de corredor de bolsa en el Buenos Aires de mediados del siglo XX, a un París Bohemio de finales del siglo XIX. Así, comienza a vivir una vida doble. Y es en París, donde encuentra su mayor felicidad, bajo ese cielo tapizado de guirnaldas, elemento que simboliza las galerías que recorre junto a su amada Josianne, y que, como dije al principio de esta reseña, se van entrelazando con la aburrida realidad que le espera en Buenos Aires.Reseña completa: http://eligeunlibro.blogspot.cl/2017/...

  • Bastet
    2018-12-02 18:45

    El Día del Libro asistí a un taller en el que el escritor argentino Marcelo Luján analizó el cuento «La salud de los enfermos», que pertenece al volumenTodos los fuegos el fuego. El desenlace de ese relato escenifica cómo una mentira prolongada en el tiempo puede volverse contra quienes la perpetuaron. Marcelo comentó que el lenguaje que emplea Cortázar (hay que tener en cuenta que su producción cuentística se concentra entre las décadas de 1950-1960) ya no se estila en Argentina y se percibe casi como arcaico, y puso un par de ejemplos que a los asistentes al taller, todos españoles, nos pasaron desapercibidos cuando leímos ese cuento. Esa observación hizo que, al llegar a casa con mi ejemplar de Todos los fuegos el fuego, pusiese todos mis sentidos en desentrañar el lenguaje cortazariano, y entonces me fijé que en el último relato del volumen, «El otro cielo», Cortázar emplea la palabra «bohardilla», que es perfectamente válida, si bien su uso está en franca decadencia. Al final del taller le pedí a Marcelo que me nombrara los que a él le parecían los cuentos imprescindibles de Julio Cortázar, y entre los que citó estaban «La noche de Mantequilla», «Torito», «Continuidad de los parques», «Circe», «Casa quemada», «Todos los fuegos el fuego», «La señorita Cora» y «La salud de los enfermos». De los ocho relatos incluidos en Todos los fuegos el fuego sobresalen cinco: el citado «La salud de los enfermos», «La autopista del sur», «La señorita Cora», «Todos los fuegos el fuego» y «El otro cielo». En líneas generales, se puede decir que esos relatos apelan al instinto primitivo del hombre de huir de la soledad.

  • Glenn Russell
    2018-12-09 21:27

    Julio Cortázar and his cat. Photo probably taken in the early 1960s when Julio was living in Paris. An outstanding collection of eight short stories by one of the giants of 20th century literature – Argentina’s Julio Cortázar. In their own way, each story is a gem, with such titles as “Health of the Sick,” “The Southern Thruway” and the title piece, “All Fires the Fire.” Below is my write-up of one of the stories that really hit home for me. Spoiler alert: my analysis is of the entire story, beginning to end.The Island at NoonOverwhelming Humdrum: “The first time he saw the island, Marini was politely leaning over the seats on the left, adjusting a plastic table before setting a lunch tray down.” Julio’s opening line of this short tale of obsession, a flight attendant’s obsession for a Greek island, an image of escape from the drab routine of walking up and down the narrow aisle serving passengers, listening to complaints, the forced smiles, requirements of politeness and small talk with colleagues, strict dress code, forever marking the minutes on one’s wristwatch. Think of how claustrophobic we can become on an airplane as passengers; then think of all those men and women who spend so much of their life on airplanes. Let me out of here! Dreamtime: Marini’s island is Xiros, a small, solitary island surrounded by an infinite blue. If he would like to experience the island's pristine beauty, he’s told he had better act fast – the tourists will soon flood the island currently inhabited by a handful of fisherman. Marini flies over Xiros at noon three times a week but, so near but so far away, he might as well be dreaming he’s flying over Xiros. I especially fancy Julio’s choice of name for Marini’s island: Xiros, like the number zero with all its ground zero associations. And, of course, in the hectic bustle of our modern world, we all have dreams of escape to a deserted island paradise, reducing all our many nagging hassles down to zero.Growing Obsession: Marini knows he is obsessed – he had read the guidebooks telling him how octopus is the main resource, Xiros fisherman use large stones for piles and every five days a boat leaves for Xiros. He even makes a trip to a travel agency where they tell him he will have to charter a special boat or perhaps hitch a ride on the octopus boat. That’s the nature of obsession – once we allow our obsession to take hold, gathering information, digging into details, it really takes root and grows and grows. And since we live in the age of information with an entire ocean of facts available for anyone to collect and sort through on any topic whatsoever, our obsession can easily fill our every waking hour.Eureka!: The pilots call him the madman of the island; his girlfriend informs him she’s going to marry a dentist; his dinner date makes a beeline for the bar when he launches into island talk, but no matter, Marini is too preoccupied with his one and only subject to give mind to anything else. And then his dream comes true: he finally gets to travel to Xiros. On arrival, the boat’s captain introduces him to Klaios, an island fisherman who has two sons flocking around him. Marini immediately feels at home, kinship with Klaios, instant friends with the boys. Ah, to bask in union with the object of one’s obsession, the object can be another person, perhaps one’s lover or soulmate, an activity like skiing or tennis or cooking, but whatever it is, for the one obsessed, there’s nothing else in this world like it.Dream Come True, One: Mirini sets out for a blissful walk on the island (he recognizes a cove he’s seen from the air!), savoring every minute, then after some time, sweating in the heat of the midday sun, he undresses and thrusts himself from a rock into the sea. He swims and occasionally turns on his back to float, accepting all of his surroundings in a single act of conciliation. He now knows in his heart he has found a new home and will never return to his old life.Dream Come Two: After his swim, he strolls back toward the houses. One of Klaios’ sons is waiting for him. Mirini voices the one Greek word he knows: Kalimera. The boy doubles over in laughter. Ah, to share your moment of supreme joy with a new friend. Mirini turns toward the sea and catches a glimpse of the charter boat becoming smaller and smaller on the horizon, which, for him, signals farewell to any dealings he will ever have with his former life. Good riddance! High Noon: Now that he’s on his secluded island, will his former life ever impose itself on him? Mirini closes his eyes, not even wanting to catch so much of a glimpse of the plane that will be flying overhead very soon. But then we read, “Unable to fight against all that past he opened his eyes and sat up, and in the same moment saw the right wing of the plane, almost over his head, tilt unaccountably, the changed sound of the jet engines, the almost vertical drop into the sea.”Dream Turned Nightmare: Mirini runs to the spot of the crash. He dives in the water – all he can glimpse is a cardboard box and a hand, the hand of a dying man. He pulls the man in a white shirt up on land, a man who is now dead in his arms. His mind reels. The boy and some women from the village run up to him. Thus ends the story. However, as readers we know this day, this hour, will be the most vivid, most memorable in the life of Mirini. One of the things I love about a Julio Cortázar short story is we never know how it will end until we finish reading the last sentence. Life can turn that quickly, that sharply, and no writer has ever captured life's sharp turns more brilliantly than Julio.

  • Ana
    2018-11-14 19:50

    Excelente conjunto de contos, em termos de forma e de conteúdo, alguns dos quais adorei mesmo. A leitura não é muito fácil requerendo concentração (algumas vezes tive de voltar atrás e reler partes) mas não deixou de ser um enorme prazer. O conto de que mais gostei foi A Auto-Estrada do Sul , uma imaginosa metáfora sobre a volubilidade das relações pessoais e sociais em função das circunstâncias e, no extremo oposto, o conto Reunião, um relato de um episódio de guerrilha que não me entusiasmou grandemente.A Auto-Estrada do Sul - 5*A Saúde dos Doentes - 5*Reunião - 2*A Menina Cora - 5*A Ilha ao Meio-Dia - 5*Instruções para John Howell - 3*Todos os Fogos o Fogo - 4*O Outro Céu - 4*

  • David
    2018-12-03 20:45

    I had read several recent reviews on this book and was encouraged to read this small collection of eight stories. Published in 1966, some stories are written in a very experimental style (Instructiones para John Howell and Todos los fuegos el fuego). I have read his classic Rayuela, a very experimental book and loved it. I have to admit when Cortázar uses this technique in a short story, it can get confusing fast so one needs to pay attention, or in my case read a passage to figure things out.But the joy is the short story is brevity and getting/making a point. This is almost always at the very end (La autopista del sur was not) and one is either amazed or annoyed. Almost all of these endings for me were in the first category. There is humour, love, fear, tragedy and just plain enjoyment involved here. I found the last two stories as well as the first two as full five story reads; the other four were good but a little lesser in "wow" factor for me. So I would give it a 4.5 but I am sure other readers would bicker on this point. If you like the short story, these are worthy to read.Below are my individual reactions:La autopista del sur - At first I didn't quite grasp where Cortázar was going with this story because it just seemed too obvious. A couple with a young child gets stuck in a huge traffic jam. Everyone slowly begins to chat, share food and water, help each other but then this traffic jam seemed to go on and on. For days, or so it seemed. Mysterious cars appear selling black market materials, someone gets ill, a person dies. Then things tidy up. The whole story is symbolism for our society. At first we help, but then bad things happen, and our predictable lives are a mess. This one packs a punch even though it's very subtle.La salud de Los enfermos - I really enjoyed the black humour of this story. Mama is old and very week. One should not aggravate ever. So when her youngest child, the "golden" one sets off for Brazil as an engineer on a big project, he gets killed in an accident. The family decides its best not to tell her the truth. "He's busy" or "he can't get time off" or any excuse. Then her aging sister gets sick and dies, now what do we do? Loved this story!Reunión - The soldiers land on the beach and Luis is going to help them. Things go badly. They seem to be on the run. Will Luis help them?La señorita Cora - This was a fun one. Young teen boy in the hospital for appendicitis and in pain. Enter nurse Cora. She will make things better. Won't she? Nothing like young male love.La isla a mediodía - This story kicked off enjoyably. Young Italian man flies over his favourite Greek island three times a week exactly at noon. He has given up Carla, acts like a playboy sleeping with whom he meets, especially stewardesses. But he can't get this island out of his head. He borrows some money, makes the challenging trip to the island only to discover there is only a family living there. Then the unexpected happens. Not quite what I was expecting.Instructiones para John Howell - A man, his woman, deceived by an another man is "played out" in a theatrical manner.Todos los fuegos el fuego - This is a master of writing, blending a scene from a Roman gladiator battle with a ménage between a man and two women. The scenes switch, sometimes every couple of lines but the symbolism is masterful. Even that odd title "All the fires the fire" hits you after you read the last lines of the story.El otro cielo - Wow, what a story. This was my favourite in the book. The narrator, a runner in the stock market is engaged to Irma. He is bored of his job and his impending marriage and frequents the brothels (so typical of Latin American writers) and spends the nights with Josiane. He enjoys "the other heaven" but when mysterious Laurent begins killing prostitute, things get tense. The story is set during the forties in Buenos Aires, and the lives of the working poor erupts with political upheaval, the narrator is forced to make choices. This political side intertwines the social side and Cortázar weaves a masterful story. This is one to read.

  • Phyllis Eisenstadt
    2018-11-25 00:43

    Excellent short stories. My favorite was "La Isla a mediodia." Cortazar certainly has a way with words, and he spins the most memorable tales that are more than merely short stories; they are paintings with words. I first read his short stories in college, so these are rereads for me, and enjoyed just as much the second time around. They are never to be forgotten.

  • Panos
    2018-11-12 23:47

    3,5*Αν και η γραφή του Cortázar είναι σε γενικές γραμμές ενδιαφέρουσα και κάποια από τα διηγήματα αυτού του τόμου εξαιρετικά ("Η δεσποινίς Κόρα", "Οδηγίες στον Τζον Χάγουελ", και κορυφαίο κατ' εμέ "Το νησί του μεσημεριού") έπιασα σε μερικά σημεία τον εαυτό μου να κρυφοκοιτάζει πόσες σελίδες απέμεναν μέχρι το τέλος κάποιων διηγημάτων. Μάλλον το ύφος της γραφής του δεν μου ταιριάζει τόσο.

  • Iraida
    2018-11-17 19:38

    Julio Cortázar nos regala un compendio de relatos cortos, ese género en el que él se erige como maestro. Su habilidad para sumergirse en el realismo mágico sin echar mano de recursos demasiado fantasiosos nos deja estas ocho historias, cada una más sorprendente que la anterior, y con las que el lector puede jugar a pensar que es simple ficción o a dejar volar la imaginación con la infinidad de interpretaciones que cada uno puede tener. 1. "La autopista del sur": Un atasco en la autopista del sur que lleva a París es lo único que necesita Cortázar para mostrarnos el lado más solidario de las personas cuando se llega a situaciones extremas y cómo una sociedad puede construirse incluso en un tramo de carretera. Los personajes no tienen nombre más que el de los coches que ocupan, los días en la autopista se suceden en unas breves cuarenta páginas. Y aun así, uno es capaz de sentir lo desoladora que resulta esa espontánea convivencia y cómo lo único que queda, cuando todo vuelve a rodar, es la soledad del individuo. [5/5]2. "La salud de los enfermos": Una familia que no quiere dar la noticia de la muerte de su hijo a la matriarca elabora una complicada historia y lleva a cabo un teatrillo para hacerla creer que está trabajando en Brasil. Tanta importancia le dan al detalle para que la madre no se percate de la verdad, que ellos mismo terminan creyéndose la historia que han inventado. [3/5]3. "Reunión": Si eres lo suficientemente avispado y te das cuenta de que el relato tiene lugar en las costas de Cuba y que el Granma es un famoso yate, podrás encontrarle sentido a que el protagonista abuse del uso del "che" y que los ficticios Luis y Pablo sean hermanos. No es nada fácil. Estas pocas páginas son un posible diario de Ernesto Guevara, y lo que relatan es el famoso desembarco del Granma que culminó con la Revolución Cubana en la que los hermanos (sí, "Luis" y "Pablo") consiguieron terminar con una dictadura y dar comienzo al régimen de los Castro. [3'5/5]4. "La señorita Cora": Uno de los relatos más especiales que he leído hasta el momento. Mostrando la originalidad de Cortázar y su negativa a seguir las normas no escritas de la gramática, este cuento nos demuestra que es posible seguir una historia con más de un narrador a base de puro monólogo interior. La primera persona salta de un personaje a otro incluso en una misma frase, sin llegar a entorpecer la lectura. La señorita Cora, además de derrochar originalidad, es la vivencia íntima de un muchacho que se convierte en adulto bajo el cuidado de su enfermera. Este relato trata con mucha ternura el romance juvenil, la enfermedad y la muerte, la sobreprotección de una madre y la dedicación de una cuidadora. [5/5]5. "La isla a mediodía": Un relato cargado de surrealismo en el que un asistente de vuelo se obsesiona con una isla que ve desde las ventanillas del avión hasta tal punto que se despreocupa de su trabajo y relaciones sociales. Hay quien dice que Marini nunca llegó a pisar la isla, lo cual le daría un cariz mucho más severo a este relato. [3/5]6. "Instrucciones para John Howell": Un hombre asiste a una obra de teatro como público. Al finalizar el primer acto, le obligan a que salga al escenario para interpretar al personaje de John Howell, sin conocer el guión o los diálogos. La actriz principal, a escondidas, le pide ayuda para impedir que la maten. Y así comienza un breve relato en el que la realidad se mezcla con la fantasía (y con algo de alcohol), y donde el desenlace puede interpretarse de mil maneras según la dosis de realidad que el lector quiera añadirle. [4/5]7. "Todos los fuegos el fuego": El relato que da nombre al libro es sin duda alguna un despliegue de virtuosismo por parte de Cortázar. Dos triángulos amorosos, uno en la Roma imperial y otro en una ciudad contemporánea, se entrelazan escalonada y paralelamente. La habilidad de Cortázar para dotar de surrealismo una historia tan simple como el engaño de una pareja es prodigiosa, hasta tal punto que algunas frases llegan a incluir entre punto y punto el salto de un escenario a otro. Ah, dice Roland, frotando un fósforo. Jeanne oye distintamente el frote, es como si viera el rostro de Roland mientras aspira el humo, echándose un poco atrás con los ojos entornados. Un río de escamas brillantes parece saltar de las manos del gigante negro y Marco tiene el tiempo preciso para hurtar el cuerpo a la red. Una historia sobre incomunicación, la soledad derivada de ésta y la tragedia que purifica. [5/5]8. "El otro cielo": De una manera más sutil que en los otros relatos, Cortázar dibuja a un personaje que va saltando de un escenario a otro sin aviso ninguno. Del Buenos Aires de la II GM, donde su vida monótona y aburrida le exige un escape a otro mundo, a la París amenazada por prusianos y por asesinos de prostitutas, ese "otro cielo" en el que puede evadirse de su triste realidad gracias a Josiane (una prostituta) y a los cafés y galerías de la capital francesa. Cortázar juega con otro personaje, el "sudamericano", que es el reflejo del propio narrador. Su muerte indicará el final de esa travesía imaginaria entre dos mundos. [3/5]

  • Inderjit Sanghera
    2018-11-24 22:40

    Reading Julio Cortazar brings back an internal debate I was having with myself after I attended a book group in which we discussed “One Hundred Years of Solitude”. Most the attendees were dismissive of the novel due to (what they felt) was an incoherent plot structure and unrealistic events within the novel, which led me to ponder the difference between naturalistic and linear Anglo-Saxon narrative techniques and the fantastical nature of Latin American nature, in which the authors instead of telling a linear story are more concerned with dissecting and exploring literary narratives in a fashion that most readers used to the conventions of Western fiction would find disorientating, during events that most Western writers would find unrealistic.Like Borges, Cortazar is concerned not so much with objective reality, but exploring the surreal and all too often fantastical nature of reality vis-à-vis art, The Other Heaven being a Borges like play on a conventional literary genre-the murder mystery story, welded together with the surreal world which Cortazar has created for his characters, who revolve like planets around his imaginary universe. Like Garcia Marquez and Mario Vargas Llosa, Cortazar explores the highly sentimental world of Spanish soap operas in “The Health of the Sick”, a wonderful and whimsical exploration of family relationships. The surreal atmosphere of “Instructions for John Howell”, a story which is suffused with a Kafkaesque paranoia which again resembles Borges is another brilliant story and the jejunish “The Island at Noon” recalls the fantastical “Invention of Morel” by Bioy Casares. However Cortazar’s strongest short is the one in which he sheds the skins of literary influences to create a truly original and spellbinding juxtaposition of a gladiator’s demise in Ancient Rome, with a scene between a couple set in modern times, Cortazar’s imagination sets off a spark which incinerates the arena in which the gladiator lies dying, which in turns sets off a blaze in the apartment of the couple, as the two scenes coalesce at the end of the story as Cortazar’s imagination conflagrates, as he blazes his own path in literary history to create the wonderful set of short stories contained in “All Fires the Fire” and his other short story collections.

  • Cynthia Ventura
    2018-11-10 17:37

    Me enamoré de cada una de las diferentes historias narradas en este libro de cuentos, pero sin duda mi favorito es Autopista Al Sur. Usualmente intento leer en el transporte público, ya que no hay ningún otro momento del día dentro de mi rutina, así que me enganché con esta primera y fascinante historia que a su vez hizo que perdiera la noción del espacio y del tiempo. Así, cada cierto rato rato levantaba la mirada del libro y a mis costados esperaba ver al ingeniero del Peugeot o a la muchacha del Dauphine. Cuando terminó el libro me invadió la típica sensación de vacío y ansiedad pero mucho más acentuado puesto que la historia termina no como todos esperábamos.Cuando continué con La Salud de los enfermos, cuento totalmente diferente al primero, pensé que después de Autopista al Sur no podría haber otra historia que pudiera superarla, y aunque no lo hizo, sentí del mismo modo una gran afinidad por la trama ya que es mucho más real y familiar, no pude evitar derramar un par de lagrimillas durante mi lectura, y por supuesto al final. Sentimientos similares y variados surgieron al continuar con La Reunión, La Señorita Cora (con la cual me identifiqué mucho, La Isla a Medio día y demás.Cortázar me había desilusionado un poco con Rayuela pero se me reinvindicó con Bestiario, sin embargo, ahora tengo un gran motivo para leer más de su multifacética literatura ♥

  • Darryl
    2018-12-05 20:36

    This collection of short stories was originally published in 1966 in Spanish, translated into English in 1973, and re-released by Marion Boyers Publishers (UK) in 2005; I picked it up at the London Review Bookshop this summer.If I had only read the first two short stories, "The Southern Thruway" and "The Health of the Sick", I would have given this book 5 stars. The first story is about a horrific traffic jam on a major road bringing travelers back to Paris, where motorists are essentially motionless for weeks, with no help from local residents or government officials. The second story is centered around the dying matriarch of a wealthy family whose members ingeniously hide from her the death of her son and sister—or so they think.Unfortunately the remaining six stories do not come close to the promise of the first two, and only "Nurse Cora", a story about a teenage boy who is hospitalized with appendicitis, competently cared for by Nurse Cora, but badly mismanaged by his diffident surgeon, was of interest. However, this story was marred by rapid and unpredictable changes in the narration (boy, nurse, doctor, mother), which disrupted its flow. I would marginally recommend this collection, but only because the first two stories were fantastic.

  • Jordi Silva
    2018-12-08 19:37

    Después de más de seis meses lo terminé y felizmente digo que todo ese tiempo valio la pena, disfruté el triple estos cuentos. Segundo libro de cuentos que leo de Cortázar y debo decir que se ha convertido en uno de mis escritores favoritos. Amo de sobremanera como me hace pensar en cada palabra que leo y a la vez se me pasan volando esos relatos llenos de intriga y personajes únicos.

  • Jordani Vidarte
    2018-11-18 22:50

    Magníficos cuentos. Genial Cortázar. La muerte como tema central. Muy recomendable.

  • Nikos79
    2018-11-10 17:27

    This is the first book I have ever tried by Julio Cortazar. In this collection, I found the best story this one with the unbelievable traffic jam in highway to Paris which focus on the relationships being developed between people under difficult or even dangerous situations, and the melancholic taste that leaves the ending. I also liked a lot the story starring the young nurse miss Cora and admired the multiple narrators who appear with no previous warning in the text. Also the story about the health of sick people was pretty good. The other stories were just ok and some of them kind of indifferent. In general and without being a big fan of short stories, I pretty liked this collection and although I didn't find the whole book as something special, I adored the narrative voice of Cortazar which is quite addictive and I guess I 'll continue with him at some point with some other of his books.

  • Márcia Balsas
    2018-11-11 21:30

    Há o antes e o depois dos acontecimentos que nos marcam e eu, de alguma forma, saí da leitura de Todos os Fogos o Fogo diferente daquilo que entrei. Haverá sempre o tempo em que eu não conhecia Cortázar e os livros que se seguem. E agora, que o meu olhar mudou, como vai ser?Diz que é isto a literatura.

  • Nate D
    2018-11-27 16:30

    Cortazar created a certain kind of storytelling in the work collected in Blow-Up and Other Stories, a kind of moebius strip construction that flips over and loops back without slowing. Here, he seems consciously to keep pushing his forms forward, defying the expectations he has laid out for himself and pushing in new directions, or else cutting back to avoid the expected twist by some more subtle maneuver. The results vary in success, making this a bit more uneven as a collection, but never for a moment boring. The dystopian roadways of the opener stun in particular.

  • Pablo
    2018-11-10 23:49

    Me gustó un poco más que Bestiario, creo que por fin pude disfrutar de forma absoluta leer un libro de Cortazar, ¿será por qué lo leía conjuntamente con El Aleph? A diferencia de otros cuentos donde uno espera un final sorprendente y alucinante como guinda de la torta, acá es el desarrollo del relato que está narrado de una manera tan amena que no es necesario un desenlace impactante para disfrutarlos. Tuve una sensación parecida cuando leí 2666 de Bolaño.

  • Margarida
    2018-11-22 20:26

    Excelentes contos, uns mais angustiantes, como ‘Reunião’, outros mais melancólicos e nostálgicos, como o último, ‘O Outro Céu’.O mais conhecido e adaptado ao cinema é o primeiro, ‘A auto-estrada do Sul’, um micro-cosmos criado graças a um engarrafamento gigantesco. E naquela auto-estrada congestionada, os condutores e passageiros tomam os nomes das marcas dos veículos, enquanto as relações se constroem e eles terão de sobreviver.

  • Ivan
    2018-11-24 22:32

    Mi primera incursión en el universo de Cortázar no podría haber sido más satisfactoria. "Todos los fuegos el fuego" es un excelente recopilatorio de cuentos sobre las relaciones humanas, ya sea a nivel de sociedad (como en la "Autopista del sur"), entre los individuos de una familia ("La salud de los enfermos"), entre parejas o triángulos ("Todos los fuegos el fuego") o con uno mismo ("El otro cielo"). Entre otras muchas cosas, claro. Si tengo que destacar dos relatos por encima de los demás (aunque uno de ellos no sea tan bueno como otros del conjunto), serían:"La isla al mediodía", por mostrar ese estado de ánimo tan difícil de abordar que es el producto de enfrentar la monotonía de la rutina versus la libertad que ofrece la aventura. Y "El otro cielo", porque Cortázar es capaz de describir con precisión milimétrica el individuo encontrándose en la tesitura de dejar atrás la juventud, el libre albedrío, y entrar en la rutina de la madurez, en meterse de lleno en el tríptico matrimonio-familia-trabajo estable. Es un momento clave en la vida de toda persona y es algo gradual, soterrado, un cambio que te arrastra casi sin darte cuenta, como si algo programado dentro de ti empezase a transformarte como transforma al protagonista de esta historia.Volviendo al global, el conjunto es sorprendentemente regular, alejado de las antologías a las que suelo estar acostumbrado, dónde los autores/as suelen mezclar cuentos más buenos con otros más flojos. Todos son excelentes ("La autopista del sur", "La señorita Cora" y "El otro cielo" son muy muy buenos), con contenido, con múltiples lecturas, releibles. De este grupo dejaría fuera "Reunión", que me dejó algo frío, y "Instrucciones para John Howell", no porque no me gustara, sino porque no acaba de encajar temáticamente con todos los demás.Crítica completa: http://www.elblogdeivanrumar.com/2015...

  • Maureen
    2018-11-18 16:39

    i like cortazar's facility with language, and inevitably, as with any latin literature, it resonates with my own understanding of how families operate and cultural proclivities. and yet, for the most part these stories did not move me. there are a few that i admired very much, most of all, the island at noon, the most simply told of the stories, of a male flight attendant who happens to glance out with the window, and espy a small island which he comes to see as the focus of his life. he calls it the golden turtle island and he plans and thinks and daydreams for the day he will be there: swimming in its coves and sheltering under its trees. it ends in an ingenious, and satisfying, yet disturbing way. simple and visceral: just the way i like it.the southern thruway, instructions for john howell, and the other heaven are quite good, and fascinating, in their ways. the rest of the stories are stylistically innovative and yet leave me cold. i think well worth reading as a first cortazar to give an appreciation of his style, and interests as a writer, and am interested in reading another sample. for some reason he reminds of the richard ford stuff i read, but some of his ideas aspire to borges and dick.

  • Melissa Veras
    2018-11-22 21:50

    La autopista del sur: 4.5/5La Salud de los Enfermos: 5/5Reunión: 2/5La señorita Corta: 2.5/5La isla a mediodía: 3/5Instrucciones para John Howell: 2/5Todos los fuegos el fuego: 2/5El otro cielo: 2/52.6 estrellas redondeado a 3. Este libro en general fue una decepción porque los primeros dos cuentos fueron excelentes y después puff :(

  • Ariadna73
    2018-12-04 22:43

    Cortazar tenía una imaginación privilegiada. ¿Cómo se le han podido ocurrir todas esas cosas? Es un verdadero placer leerlo; como visitar una casa gigantesca y tener derecho a revisar en todos los cajones.

  • Jordi Via
    2018-12-07 21:50

    Seguro que en algún momento volveré a leer más de uno de estos cuentos.Instrucciones para John Howel, un relato que se repite una y otra vez en mi cabeza.

  • João Reis
    2018-11-19 19:51

    Excelente conjunto de contos. Excluiria apenas o conto «Reunião», que me parece bem mais fraco do que os restantes, se não mesmo desnecessário.